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Se você tem um idoso na família ou cuida de um idoso que passa a rejeitar alguns alimentos, tem engasgos frequentes durante as refeições, tosses e dor ao engolir e tem perdido peso, muita atenção: esses são alguns sinais de disfagia.

 

A disfagia não é exatamente uma doença, mas uma anormalidade no processo de deglutição, nas etapas neuromotoras realizadas para transportar o alimento da boca até o estômago de forma segura, sem que pedaços da comida sejam aspirados e entrem nas vias respiratórias.

 

Não se trata de uma situação exclusiva dos idosos. A disfagia acomete também pacientes institucionalizados, pessoas com câncer de cabeça e de pescoço e pessoa que sofreram AVC. No caso da terceira idade, a perda da dentição, do tônus muscular do maxilar, bochechas e língua e o uso de próteses dentárias mal apertadas podem dificultar a alimentação e mexer com o apetite do idoso, podendo provocar a subnutrição ou desnutrição do idoso, desestabilizando sua saúde e agravando doenças crônicas com as quais ele, eventualmente, já conviva.

 

No geral, é preciso a atenção de uma equipe multidisciplinar composta por geriatra, fonoaudiólogo, dentista e nutricionista para garantir com que o idoso atinja um ótimo estado nutricional e de hidratação, proporcionando a ele vida normal e possibilidade de alimentar-se de forma segura, prevenindo possíveis complicações.

 

 

Principais cuidados com a alimentação de um idoso com disfagia

Nayara Macêdo, consultora Menu You, dá algumas dicas em relação à alimentação para familiares e cuidadores de idosos que têm disfagia.

 

Consistência dos alimentos

O nível de consistência dos alimentos pode variar de acordo com o quadro clínico e condição de cada idoso. Médicos e fonoaudiólogos utilizam algumas técnicas para avaliar o nível de disfagia de cada paciente.  “Há situações em que o paciente não alcança a recomendação energética necessária e poderá haver a recomendação médica de dieta enteral”, observa Nayara.

 

Hidratação

É importante manter o idoso hidratado, acompanhando a ingestão de líquidos para se assegurar de que o consumo está compatível com a necessidade diária dele. Vale lembrar que, por causa do uso de espessantes para adaptação de consistência, pode haver dificuldades de aceitação da ingestão de líquidos.

 

Postura

Na hora da refeição, certifique-se de que o idoso esteja em uma postura adequada. É fundamental para conforto e segurança, pois reduz as chances de engasgo.

 

Sem pressa

Estimule o idoso a apreciar os alimentos e comer sem pressa, engolindo devagar.

 

Convívio social

Em hipótese alguma isole o idoso com disfagia. Crie condições para o convívio social e faça da hora da refeição um momento prazeroso a ser compartilhado com amigos e família.

 

A visita ao médico e ao fonoaudiólogo é fundamental para identificar o nível de disfagia do idoso e receber recomendações sobre a consistência dos alimentos a serem oferecidos. Além das linhas voltadas a dietas de controle para doenças crônicas, a Menu You tem em seu cardápio sopas e papas de frutas que podem atender bem a dietas mais pastosas. Confira!